Já não lembrava de o fazer desde os tempos em que a minha mãe me repreendia por mal comportamento, dizia ela!
Desta vez, não chorei pela minha mãe. Chorei e ainda choro, pois as lágrimas ainda coabitam o canto de meus olhos, teimam em deixar-me, e tudo isto por algo parvo, que é uma mentira.
Não é parvo porque eu não gosto que o façam, o motivo em si é que o é...
Nunca mais vou confiar.
Estou triste, e sinto-me ainda mais com tudo isto...
Quero berrar ao mundo e chorar sem ter de parar, que um ombro amigo ...
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