
domingo, 31 de janeiro de 2010
sem rumo

sábado, 30 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
dançando...
Ontem, mal aqueci, passei a maior parte da aula com frio e quase a dormir de tão lenta que foi. Mas na terça, suei a camisola toda :) aprendi tango e embora seja uma dança clássica é linda de se dançar... e nesse dia foi a vez do rui não aquecer :)
A próxima vem já dia 9 de Fevereiro, é tão próxima que não sei se conseguirei ir, pois é muita pausa seguida e não sei como irá reagir o patrão! Mas quando lhe falei da primeira aula alertei-o para uma segunda, contudo desconhecia era a sua data, ao qual ele se mostrou compreensivo e não fez grandes advertências. Pode ser que se limite a concordar e a consentir :)
Ontem, fui até ao café onde trabalho para saber das novidades, e fiquei contente pois a minha falta foi sentida, o que revela que apesar do meu trabalho desempenhado, como pessoa dou um outro ar aquele lugar :)
Já estava em casa, quando os "meus meninos" :) me mandaram uma mensagem perguntando se não os iria ver ontem. Não nego que mexeu comigo,mas até que ponto mexeria a minha ausência com eles? Bem, não tardarei a saber :) logo, dir-me-ão...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
tristeza esta que teima em não me deixar...

Aos olhos dos que me vêem não passo de um corpo sereno e vazio, com o olhar perdido pensando num tempo que não volta, num amor que não terei.
Estou triste.
Vagueio sem rumo na esperança de encontrar o que ainda não criei.
De olhar perdido, olho em frente. Passeio o olhar perante o que consigo vislumbrar, um grande campo com um pouco de verde, ao fundo umas velhas árvores que acabam de perder as poucas folhas que lhes restavam, uma casa abandonada e a calma de uma tarde de inverno se instala. apesar do frio que se faz sentir, um sol luta para brilhar e trazer assim um pouco do seu calor aqueles que suplicam já a vinda do verão.
Estou triste.
Sinto-me um ramo que não consegue aflorar e morre precocemente.
No olhar, trago o vazio. No coração, conservo a tristeza.
As mãos

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
«Trova do Vento que Passa»

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
tristezas

tentando em vão esquecer a dor que me incomoda, trinto um e outro chocolate na esperança de amenar minha dor, esta que me consome e me devora em ânsia de me sucumbir.
entre diário de papel e digital vou deixando minha angustia na expectativa de aliviar minha angustia e quando terminar esperar não lembrar mais, ficou lá entre as palavras e linhas que tracei.
quero um namorado a serio!
quero um novo trabalho!
quero viver mais!!!!
QUERO ...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
que fecho...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
haiti
.jpg)
aulas de dança

As razões que levam à expulsão do antigo professor baseiam-se no seu número de faltas que tem vindo a aumentar e por ter ocultado alguma informação sobre a forma de como poderiam competir os alunos mais novos no mundo da competição.
A mim não me afecta muito, tenho de ser realista, o que é realmente importante é aprender a dançar :) posso estar a ser "má" mas ao menos sou verdadeira perante o que realmente penso e sinto!
venham é daí as aulas e que sejam intensas como a de hoje :) pois soei a camisola :)
segue em frente :)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
conversas de café

terça-feira, 19 de janeiro de 2010
tempo
domingo, 17 de janeiro de 2010
perdendo os sentidos

sábado, 16 de janeiro de 2010
amor :)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
que dia!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
afinal ainda há amor :)

domingo, 10 de janeiro de 2010
Vaga, no Azul Amplo Solta

a nevar :) de novo :)


sábado, 9 de janeiro de 2010
faz um ano...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
ano novo novidades novas.... mas nem sempre boas

terça-feira, 5 de janeiro de 2010
a vida segue....



