quarta-feira, 21 de julho de 2010

pédicure dolorosa

Ficar bonita por vezes é sinal de dor e EU detesto dor!
Fui a uma pédicure que arrancou bifes aos meus pés. Berrei, mas berrei mesmo! Tal era a dor que disse a mim mesma e a ela, contigo NUNCA mais!!
Andei com os dedos tão dormentes e sensíveis que só de pensar que teria de os apoiar no chão já a dor era insuportável.
Ao fim de uns 5 dias no máximo recorri a uma nova pédicure a fim de apaziguar o meu sofrimento.
Foi uma grande profissional e o trabalho era impecável para com os meus pezinhos :) senti-me bem em vários dias.

terça-feira, 20 de julho de 2010

dias de cão


O Romeu está de férias, e que lhe saibam bem.
Eu ando por aqui com dúvidas aqui e ali... o café anda com horas atarefadas e outras mais calmas... Aparecem sempre caras por aqui, o que é agradável pois vejo sempre novas caras com ideias diferentes, com pensamentos diferentes com brincadeiras diferentes.

Também quero férias.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

as voltas que ao "nosso mundo" damos


Eu e o "meu" Romeu reatamos ao nosso amor, algo que se divide entre o platónico e o real.

Após ter escrito que não era o homem da minha vida, e ainda não o é, estou feliz por estarmos juntos de novo. Não voltou tudo ao mesmo, até porque nada fica igual ao que era, porém estamos bem.

Estivemos sem nos tocar uma semana, talvez mais uns dias, e confesso, foram dias penosos. Somos um ser de hábitos, e se esses hábitos nos fazem sentir bem porquê mudar? Porque se não mudamos caímos numa rotina monótona que ao fim de algum tempo não desperta entusiasmo.

Por isso, estou contente em o ter junto a mim, e lutarei para que a a melancolia não se estale em nós.

Amor, amor :)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

uma dor ligeira


Depois da "separação" vem a dor da ausência que se faz sentir nos poros do nosso corpo... no dia em que as palavras foram trocadas e no dia que a este se seguiu estava uma lástima, havia muita coisa a passar-me pela ideia e muita mágoa a consumir-me, mas como o tempo "é um homem meigo" a dor vai se esvaindo e não se tornando penoso com o seu passar.

Custa-me vê-lo, mas custa-me muito mais vê-lo e não o ter.