um aperto na garganta outro no peito
olhos aguacentos
de cabeça perdidas a fervilhar de ideias, momentos, desejos, vontades
tremo de pensar, vens me a mente por tudo e por nada. há sempre algo a lembrar me de ti. porque é que nunca é fácil, porque é que tem sempre de doer? de magoar? de ferir?
onde foram parar as minhas forças? o meu aço? o meu gelo?
até a música me trás dor, me recorda o que em união fiz.
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